Analisando falhas morais e pequenas corrupções do ser humano, clássico de Dürrenmatt estreia em São Paulo

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Dramaturgo e escritor suíço que construiu obra épica baseada nos resultados e nas causas que implodiram a Segunda Guerra Mundial, entre outros temas alinhavados às mazelas humanas, Friedrich Dürrenmatt (1921 – 1990) é reconhecido no Brasil principalmente por duas de suas obras mais populares nos Estados Unidos, O Casamento do Senhor Mississippi (1952) e A Visita da Velha Senhora (1956), peça que ganhou, no Brasil, montagem encabeçada por Cacilda Becker, e já foi transformada em musical na Broadway (The Visit, de 2015, estrelada por Chita Rivera).

Pois uma das obras mais cultuadas, porém menos populares de Dürrenmatt ganha sua segunda montagem brasileira (e a primeira profissional) a partir de 27 de março. Sob a direção de Malu Bazán, chega ao Teatro do Sesc Santana A Pane, espetáculo encenado originalmente em 1956, e que volta ao Brasil 12 anos após montagem encenada por ex-profissionais da advocacia no Sesc Consolação, em São Paulo.

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Na obra, um jovem vai a uma casa num pequeno vilarejo após seu carro sofrer uma pane, e acaba convidado a participar de um jogo durante um jantar, no qual o anfitrião e seus convidados encenam um julgamento, voltando a desempenhar suas antigas ocupações, e tendo o jovem convidado como um réu que, à medida que o espetáculo se desenvolve, acredita mesmo se tratar de um assassino.

Com elenco formado por Antônio Petrin , Cesar Baccan, Heitor Goldflus, Marcelo Ullmann, Oswaldo Mendes e Roberto Ascar, A Pane cumpre temporada de 27 de março a 03 de maio, de sexta-feira a domingo. As sessões acontecem às 21h (sextas e sábados) e às 18h (domingos), e os ingressos custam de R$ 20,00 (meia) a R$ 40,00 (inteira).

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