Ângela Figueiredo leva para o online solo sobre desaparecidos na ditadura uruguaia

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Em meados de março, após realizar duas bem sucedidas temporadas de seu solo 1975, a atriz Ângela Figueiredo se preparava para cair na estrada em circulação pelo Estado de São Paulo quando o mundo precisou adotar medidas de isolamento e quarentena para conter a pandemia do novo Coronavírus.

Impossibilitada de seguir os planos de viajar com o solo escrito e co-dirigido pela dramaturga uruguaia Sandra Massera, Figueiredo suspendeu os projetos e permaneceu em módulo de espera para poder retornar com a obra que narra a busca de uma mulher pelo irmão, desaparecido durante a ditadura militar no Uruguai (1973-1985).

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Com a impossibilidade do retorno, Figueiredo leva hoje, 10, para o universo online, o texto que apresenta um recorte sobre o ano considerado o mais sanguinário da ditadura comandada por Juan María Bordaberry (1928-2011).

A apresentação faz parte do projeto de solos femininos da Rede de Leituras de Marcello Airoldi e Thiago Albanese, inaugurado com a leitura de Maternagem, com Amanda Acosta. A leitura de 1975 acontece às 20h no perfil oficial da rede no Instagram e contará com a participação do titã Branco Mello.

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