Após interromper temporada, Cia do Sopro mergulha em referências plásticas e estreia online peça sobre parricídio

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Em 2016, a paulistana Cia. do Sopro mergulhou nos limites humanos que levam uma filha a matar seu próprio pai e permanecer ao longo da vida assombrada pelo ato que a tornou uma parricida. Intitulado Como Todos os Atos Humanos, o solo escrito e estrelado por Fani Feldman angariou sucesso de público e boa aceitação da crítica, o que lhe garantiu seguidas temporadas ao longo dos anos.

Sob a direção de Rui Ricardo Diaz, o espetáculo chegou a 2020 com temporadas engatadas no Rio de Janeiro entre março e abril, e em São Paulo a partir de maio. A pandemia do Coronavírus, contudo, mudou os planos da companhia, que precisou se adaptar à popularização do formato digital imposta à produção teatral e adaptaram a obra para o universo online.

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Conceituada como “peça-filme”, a obra chega ao digital a partir de amanhã, 24, em temporada gratuita transmitida através do canal oficial da Companhia do Sopro no Youtube Neste formato, referências visuais a partir das obras de Francis Bacon (1561-1626), Edvard Munch (1863-1944) e René Magritte (1898-1967) se fundem às trazidas pelas obras de nomes como Marina Colasanti, Nelson Coelho (1928-2014) e Giorgio Manganelli (1922-1990).

Como Todos os Atos Humanos cumpre temporada relâmpago apenas até o dia 31 de março, quarta-feira, com sessões sempre às 21h. Nos dias 27 e 28, a Companhia realizará um bate-papo com o público após sessão via Zoom. O link estará disponível no canal do Youtube.

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