Indicado ao Shell, Ranieri Gonzalez mergulha na autoficção para expurgar dores da depressão

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Celebrado como um dos principais atores de sua geração, Ranieri Gonzalez entra em cena virtualmente a partir de hoje, 04, dentro da programação do Festival Satyrianas para a leitura encenada de Amarelo, peça na qual mergulha na autoficção para expurgar as dores a luta contra a depressão e tratar de temas como a dependência e o suicídio.

No texto, escrito e dirigido por Marcelo Várzea, Gonzales mescla dados de sua vida com passagens ficcionais, apresentando desde dados alarmantes sobre o crescente número de suicídios até relatos sobre a resistência tanto ao tratamento quanto à busca por ajuda.

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“Essa personagem é muito doce, muito engraçada e muito divertida. Ele é amado por todo mundo e todo mundo é fã dele e ele tem uma depressão que aflora quando ele bebe. Daí ele liga pra todo mundo, deixa muitos recados dizendo o quanto está triste, mas se recusa a procurar tratamento, e no dia seguinte acorda bem, jurando que foi só aquela noite e que nunca vai se curar”, explica Várzea, que escreveu o texto também como uma forma de ajudar outras pessoas a compreenderem a doença e buscar ajuda profissional.

A obra é uma palestra performance que será apresentada com transmissão via Zoom diretamente da casa de Gonzalez, em Curitiba, onde passa o período de isolamento. Se tudo correr bem, o espetáculo deve chegar aos palcos com a presença da plateia em 2021, seguindo os passos de outro trabalho de Várzea, o solo Dolores, estrelado por Lara Córdula.

A sessão de Amarelo acontece a partir das 21h com ingressos gratuitos que podem ser retirados via Sympla.

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