Jhoao Junnior e Zózima Trupe jogam luz sobre visão de trabalhadores em meio a pandemia

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Profissionais constantemente invisibilizadas pela sociedade – em processo aprofundado durante a pandemia do Coronavírus -, porteiros e cobradoras (es) não deixaram de trabalhar nem mesmo durante o momento mais crítico ou de recrudescimento dos protocolos de saúde.

É a partir a visão destes profissionais que a cidade é apresentada em Portar(ia) Silêncio e A Cobradora, espetáculos produzidos pelo ator e diretor Jhoao Junnior e pela companhia Zózima Trupe, que chegam ao universo online a partir de hoje, 14, em projeto que transmitirá os dois espetáculos em temporada gratuita.

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Estruturadas a partir de depoimentos de porteiros e de cobradoras de ônibus, os espetáculos narram as visões destas personagens invisibilizadas pelo sistema sobre temas como a cidade, a existência e a sociedade.

O projeto cumpre temporada até o dia 20 de junho, com sessões divididas por jornadas. A primeira jornada, de 14 a 24 de maio, acontece de sexta-feira a segunda-feira, sempre às 20h. Já a segunda vai de 28 a 30 de maio, sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Por fim, em junho, as sessões acontecem sempre de sexta-feira a domingo, às 21h (sextas e sábados) e às 19h (domingos).

O projeto apresenta ainda uma série de oficinas, intituladas A memória, a biografia e a estética teatral pandêmica: das narrativas de si e do outro. Confira abaixo a programação completa:

Jornada 01 – 18, 20 e 22 de maio, às 14h

A biografia e a autobiografia, o sentido do eu se espelha no outro

Jornada 02 – 25, 27 e 29 de maio, às 14h 

A memória social e a consciência de si, narrativas migrantes do Nordeste Brasileiro nas portarias de prédios e nas catracas de ônibus em São Paulo

Jornada 03 –  08, 10 e 12 de junho, às 14h

O documento, a ficção e a memória: linhas de tensão na dramaturgia documental

Jornada 04 – 01, 03 e 05 de junho, às 14h

O lugar de fala, a colonialidade de “dar a voz”?

Jornada 05 – 15, 17 e 19 de junho, às 14h

O vídeo, a internet e os meios isolados da criação teatral: a estética do “reality”

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