Live, exposição e peça online celebram centenário de Cacilda Becker

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Atriz, diretora e produtora que modernizou a linguagem teatral brasileira ao introduzir nos palcos autores como Samuel Beckett (1906-1989) e Edward Albee (1928-2016), Cacilda Becker (1921-1969) terá sua vida e trajetória celebrada nesta terça-feira, 06, data em que completaria cem anos de vida não tivesse saído de cena em 1969, vítima de um derrame cerebral enquanto realizava uma das sessões do clássico Esperando Godot ao lado de Walmor Chagas (1930-2013).

A partir de hoje estão liberados no site oficial do Itaú Cultural registros fotográficos inéditos clicados por Amancio Chiodi nos bastidores da derradeira Esperando Godot. O fotógrafo manteve as imagens guardadas por mais de 50 anos em acervo pessoal que ganha a rede na esteira das celebrações dos 100 anos da artista.

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O Itaú Cultural também disponibiliza catálogo multimídia com depoimentos e vídeos sobre a Becker, contando com nomes como Zé Celso Martinez Corrêa, Eva Wilma e seu filho e neto, Cuca e Guilherme Becker, respectivamente, retratando lembranças e curiosidades da homenageada.

Hoje ainda, às 20h, o diretor Zé Celso Martinez Corrêa realiza, ao lado dos componentes de seu Oficina Uzyna Uzona, uma live com a leitura de textos e cenas do espetáculo Cacilda!, de 1998, além da exibição de vídeos e arquivos sobre a atriz. Os vídeos serão disponibilizados posteriormente nas redes do Oficina.

Por fim, a atriz Isabella Lemos apresenta sessão única e gratuita do solo Viva Cacilda! Felicidade Guerreira, às 19h, que vem apresentando desde 2020 sob a direção de Lenise Pinheiro, que assina também os textos que compõem o espetáculo baseado na obra de Zé Celso.

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