Monólogo celebra centenário de Lygia Clark em meio a exposições na região serrana do Rio

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Pintora, artista plástica e escultora que se tornou uma das maiores referências das artes plásticas do Brasil ao redor do mundo, Lygia Clark correu o risco de ver seu centenário passar sob o silêncio ensurdecedor que a mídia e as grandes redações devotam a figuras que não tiveram seu nome massivamente fomentado no volátil mercado das artes tupiniquins.

Não fosse a encenação de Lygia, peça biográfica baseada nos diários deixados pela artista mineira morta em abril de 1988 vítima de um ataque cardíaco, e que cumpre única sessão agendada para o dia 14 de março na Fazenda Cachoeira, no Vale das Videiras, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

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Sob a direção de Bel Kutner e Maria Clara Mattos, Carolyna Aguiar dá vida a artista plástica que, num bate-papo com o público, faz um verdadeiro inventário de sua vida pessoal e profissional, abordando obras importantes, como Máscara Abismo e Os Bichos, e retratando sua visão acerca da falta de prestígio que seu nome sempre teve no Brasil frente ao de seu contemporâneo Hélio Oiticica, que construiu nome sólido dentro e fora do Brasil.

A sessão acontecerá às 19h e contará com um bate-papo com o crítico de arte Paulo Sérgio Duarte sobre a obra construída por Clark e seus contemporâneos. Ainda não há informações sobre venda de ingressos.

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