Peça trava embate entre Clarice Lispector e sua visão de si mesma em tributo ao centenário da escritora

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O centenário da escritora ucraniana radicada em Pernambuco Clarice Lispector será repleto de homenagens, tributos e análises. Ao menos se depender do cenário teatral. Desde o final de 2019, uma série de espetáculos tem se dedicado a homenagear e analisar  vida e a obra da autora de obras como A Paixão Segundo GH e Perto do Coração Selvagem.

Em Ao Redor da Mesa, com Clarice Lispector, peça que chega ao Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro, a partir de amanhã, 05, e que promove uma análise mais profunda das relações da escritora com sua obra, as questões sociais que a norteiam e as escolhas de vida através do encontro de duas realidades.

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Na obra produzida pela escritora e professora da PUC-Rio Clarisse Fukelman, a escritora, em meados da década de 1960, então com 40 anos, se encontra com sua própria figura, vinte anos mais velha e inicia uma discussão acerca das escolhas da vida e da linguagem literária que desenvolveu ao longo de quase 40 anos de profissão.

Em paralelo a esse encontro, o espetáculo – dirigido por Ester Jablonski sob a supervisão de Fernando Philbert – entremeia uma série de passagens da obra da artista (vivida em cena por Gisela de Castro e por Jablonski). Liliane Secco assina a direção musical e Ana Barroso e Joelson Medeiros completam o elenco.

Ao Redor da Mesa, Clarice Lispector fica em cartaz de 05 a 29 de março, de quinta-feira a domingo, no Mezanino do Sesc Copacabana, com sessões sempre às 20h. Os ingressos custam de R$ 15,00 (meia) a R4 30,00 (inteira). Credenciados na Rede Sesc pagam apenas R$ 7,50.

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