Vítima dos horrores da Ditadura Militar, guerrilheira Dora tem memórias resgatadas em experimento online

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Estudante de medicina que precisou deixar os estudos no Brasil ao decidir adentrar o campo de opositores ao regime militar vigente no Brasil de 1964 a 1986, Maria Auxiliadora Lara Barcelos (1945-1976) foi guerrilheira capturada, torturada e exilada em países como Chile (de onde saiu após o golpe que instaurou a ditadura de Augusto Pinochet no país, em 1973) e Berlim (de onde pretendia sair para finalizar seus estudos na Alemanha Ocidental) que narrou as dificuldades de adaptação e as consequências das torturas que sofreu em uma série de cartas – a maioria perdida com o tempo.

As memórias de Barcelos, conhecida como Dora, seu nome de guerrilha, ganham a luz do refletor a partir do dia 06 de março com o experimento cênico digital Dora, estrelado por sara Antunes, e que ganha temporada online através da plataforma Vimeo até o dia 04 de abril.

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Sob a direção da própria atriz, o espetáculo narra a trajetória da jovem desde o início de seus estudos até seu suicídio, em Berlim, em 1976, vítima das doenças psicológicas que a perseguiam após as sessões de tortura no Brasil. A obra ainda pretende traçar um perfil entre a guerrilheira e a vida da atriz através da participação especial de Angela Bicalho, mãe de Antunes.

Com ingressos gratuitos, Dora cumpre temporada de 06 de março a 04 de abril, sábados e domingos, sempre às 20h. Os ingressos podem ser reservados através daq ticketeira Sympla.

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