Paulo Szot | Foto: Divulgação
Paulo Szot | Foto: Divulgação

Barítono que construiu carreira luminosa nos palcos de famosas casas e ópera ao redor do mundo, Paulo Szot levou um Prêmio Tony, o mais importante do teatro norte americano, ao estrear na Broadway em 2008, no revival do clássico musical South Pacific, de Oscar Hammerstein II e Richard Rodgers.

Foram 12 anos entre sua primeira incursão e o retorno aos palcos do teatro musical nova iorquino, para os quais o ator retornou neste início de ano na produção de Chicago, em cartaz há 24 anos na Broadway. No papel do inescrupuloso advogado Billy Flynn, Szot estreou no musical em meados de janeiro e deve retornar em março.

Já no Brasil, além de óperas do quilate de Carmen e O Barbeiro de Sevilha, o ator também estrelou a remontagem de My Fair Lady, sob a direção de Jorge Takla em 2015, e agora se prepara para também retornar aos palcos de São Paulo, reprisando o papel de Flynn no revival nacional de Chicago, musical que chega aos palcos no segundo semestre, estrelado por Emanuelle Araújo, no papel da assassina Velma Kelly.

Ainda sem data confirmada para a estreia, Chicago cumprirá temporada no Teatro Santander, na Vila Olímpia, zona sul da capital paulista. Esta é a segunda montagem brasileira do espetáculo que chegou originalmente a Broadway em 1975, dirigido por Bob Fosse e protagonizado por Chita Rivera de Gwen Verdon.

No Brasil, o papel das assassinas Roxie Hart e Velma Kelly foram vividos, respectivamente, por Adriana Garambone e Danielle Winits. Já Billy Flynn foi interpretado por daniel Boaventura.