Andrea Marquee arquiteta live comemorativa com série de ensaios abertos online

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Em 1999, a atriz e cantora Andrea Marquee despontava no mercado fonográfico (três anos após brilhar na primeira montagem brasileira do clássico contracultural Rent) com um dos discos mais interessantes daquele final de milênio. Zumbi, álbum de estreia desta artista paulista, ganhou ar cult com o passar do tempo e se tornou uma das pérolas da música negra brasileira, norteando jovens artistas e ajudando Marquee a pavimentar caminho importante dentro do teatro musical brasileiro.

Pois é esse o disco que a artista pretende celebrar em sua primeira live musical, ainda sem data confirmada para acontecer. Marquee pretende voltar ao repertório deste trabalho seminal, que traz composições de nomes como Caetano Veloso (You Don’t Know Me e A Voz do Morto), Zeca Pagodinho (Se Tivesse Só, parceria com Nelson Rufino) e Jorge Ben Jor (a faixa-título Zumbi e Ninguém Chora Mais, canção lançada em 1965, mas mais associada ao canto roqueiro de Erasmo Carlos, que tomou o tema para si em gravação clássica de 1971), além de temas autorais, como Juliana (parceria com Maurício Tagliari) e Cantos de Trabalho.

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Inspirada pelo (revigorante) recém-lançado EP Lo-Fi Ukulele, formado por três boas canções autorais, Marquee pretende celebrar os dois lançamentos em apresentação que vem sendo ensaiada paulatinamente e sem datas marcadas através de lives em seus perfis oficiais no Instagram e no Facebook.

Acompanhada de (fluente) ukulele, Marquee expande o repertório destes álbuns e, tal qual em vídeos postados nas redes, deverá abordar canções de nomes como Tim Maia (Lamento, 1972) e do britânico Ewan Maccoll (The First Time Ever I Saw Your Face, 1962). Quem viver…

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