Bruno Perillo volta a direção com drama sobre Apartheid montado por Peter Brook no Brasil

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Ator que construiu, na última década, obra maciça como diretor, colecionando indicações a prêmios do quilate do APCA, Bruno Perillo prepara seu retorno ao ofício com a montagem de Sizwe Banzi Está Morto, obra de Athol Fugard, John Kani e Winston Ntshona sobre o processo de Apartheid na África, encenado originalmente em 1927 e que chegou ao Brasil em 2006 sob a direção do diretor inglês Peter Brook.

Ainda sem data para estrear, devido a paralisação mundial resultante da pandemia do novo COVID-19 (Coronavírus), a produção tem sido tocada através de reuniões online com artistas do quilate de  Flávio Tolezani (que assinará a cenografia da montagem), Leonardo Pimentel (responsável pela trilha original), Marcela Donato (gestano os figurinos) e Juliana Jardim (assinando a preparação de atores).

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O elenco será formado por Réggis Silva e Carlos Francisco. Na trama, um homem assume a identidade de outro homem, morto, para conseguir uma vaga de emprego. O cenário da ação é o período do Apartheid no continente africano.

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