Dione Carlos lança em livro texto de peça onde imagina reconfiguração racial da obra de Brecht

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Obra montada em 2019 pelo coletivo Legítima Defesa, Black Brecht – E se Brecht Fosse Negro? ganhou destaque na temporada passada ao propor uma reflexão acerca da obra do dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht centrada numa reconfiguração social. A obra buscava uma nova leitura para as peças criadas pelo autor através da provocação que dá subtítulo a obra.

Com texto assinado por Dione Carlos, o espetáculo cumrpiu bem sucedidas temporadas em São Paulo e provavelmente ganharia outros palcos a partir deste 2020 não fosse a pandemia do novo Coronavírus paralisar o mercado cultural, fechando teatros e espaços culturais ao redor do mundo.

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Impedido de seguir em cartaz pelos palcos, Black Brecht chega agora ao universo literário ao ganhar edição de seu texto na integra via Glac Edições. Já disponível para venda através do site oficial da editora (o livro sai por R$ 38,00) a publicação conta com a peça na íntegra com epílogo assinado pelo diretor Eugênio Lima e posfácio da doutora em Ciências da Comunicação, jornalista e professora Rosane Borges.

Para a publicação, Carlos cedeu ainda anotações preliminares sobre a obra abrindo seu caderno de dramaturgia, além de traduções dos trecho falados em quimbundo, língua originária do norte da Angola.

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