Maria Padilha e Gabriel Vilela firmam, em live, parceria para novo espetáculo

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Desde que a pandemia do novo Coronavírus congelou o setor cultural impedindo a continuidade de temporadas, novas estreias e a produção de futuros espetáculos, a classe artística tem encontrado formas de se reinventar tanto no campo criativo quanto no financeiro.

Um dos principais meios encontrados por profissionais da área – de todas elas – foram as lives através do Instagram. Com apresentações de textos inéditos, antigas performances levadas ao universo online e bate-papos com fãs ou com outros artistas, as lives do Instagram ajudaram a dar uma sobrevida a artistas, dar projeção a novos nomes e criar pontes profissionais.

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Foi o caso da atriz carioca Maria Padilha. Longe dos palcos desde que estrelou o monólogo Diários do Abismo (2018), que chegou a São Paulo em 2019, Padilha aceitou o convite do dramaturgo, crítico e pesquisador teatral Pedro Leão para compor o quadro de nomes das lives diárias realizadas pelo profissional em seu perfil oficial no Instagram.

Padilha engrossou o time que já contava com nomes como Miriam Mehler, Eduardo Martini, Cássio Scapin, Angel Dippe, Antônio Petrin, Sandra Corveloni, André Abujamra, Blota Filho, além dos jornalistas Dib Carneiro Neto e Dirceu Alves Jr., entre outros.

Durante seu bate-papo, a atriz recebeu convite para compor o elenco de obra ainda inédita do repertório do diretor mineiro vencedor do Shell Gabriel Vilella, que, pouco antes da pandemia, cumpriu bem sucedida temporada do espetáculo Estado de Sítio, de Albert Camus (1913-1960), no Rio de Janeiro – pelo qual levou o Prêmio APTR de Melhor Direção.

Convite feito, convite aceito, Padilha deverá integrar alguma das obras que o diretor pretende montar assim que a pandemia do novo Coronavírus estiver sob controle. Entre os títulos possíveis estão Coriolano, de William Shakespeare (1564-1616) e Henrique IV, de Luigi Pirandello (1867-1936). A dupla não colaborava desde 1994, quando Padilha deu vida à Zulmira, protagonista da celebrada montagem de Vilella para A Falecida, de Nelson Rodrigues (1912-1980). Quem viver…

Maria Padilha e Marcelo Escorel em “A Falecida” (1994)
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