Maria Ribeiro dá continuidade a processo de monólogo baseado em obra de Fernanda Young

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Pouco antes de sair (precocemente) de cena em agosto de 2019, aos 49 anos de idade, a escritora, roteirista e artista multimídia Fernanda Young arquitetava a estreia de dois espetáculos. O primeiro, Young faria como atriz, o duo Ainda Nada de Novo, de Carlos Canhameiro, sob a direção de José Roberto Jardim. Na obra, Young viveria uma diretora carrasca que tortura uma jovem atriz, vivida por Fernanda Nobre.

Já o segundo projeto era uma adaptação para os palcos de Pós-F – Para Além do Feminino e do Masculino, livro de ensaios curtos sobre as figuras sociais do homem e da mulher, o feminismo e a forma que se colocava frente a estes assuntos e a revolução comportamental dos anos 2010.

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Vencedor do Prêmio Jabuti (o primeiro da carreira de Young), o livro seguirá como um projeto cênico protagonizado por Maria Ribeiro, amiga da escritora e idealizadora primária do projeto, que deve contar com a direção de Mika Lins, cultuada diretora que acaba de assinar a incensada encenação de Tutankáton, de Otávio Frias Filho.

Ainda sem data para estrear, Pós-F – Para Além do Feminino e Masculino deve chegar à cena ainda no primeiro semestre, e dar continuidade ao trabalho idealizado por Fernanda Young.

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