Teatros do Rio de Janeiro estudam renomear seus espaços em homenagear Paulo Gustavo

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A precoce saída de cena do ator Paulo Gustavo (1978-2021) na última terça-feira, 04, vítima de complicações da Covid-19, tem movimentado o mercado cultural do Rio de Janeiro com uma série de possibilidades de prestar homenagens à trajetória do artista.

Se em São Paulo a Galeria Olido renomeou uma de suas salas com o nome do artista, no Rio de Janeiro pelo menos três teatros estudam renomear suas salas. A Câmara Municipal da cidade estuda a possibilidade alterar o nome do Imperator, casa de espetáculos dentro do Centro Cultural João Nogueira, no Méier, zona norte da capital, para Teatro Paulo Gustavo.

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Também na zona norte, diretores do Teatro Miguel Falabella estudavam renomear o espaço em homenagem ao artista, que cumpriu temporadas de sucesso de espetáculos como Hiperativo e Minha Mãe é uma Peça, no teatro. A decisão dependerá da possível renomeação do Imperator.

Por fim, a Par Produções, responsável por gerir o Teatro Cândido Mendes, reaberto em março de 2021, também recebeu propostas de renomear o espaço em homenagem a Gustavo, que estreou no teatro, ainda com poucos recursos, o sucesso Minha Mãe é uma Peça, em meados de 2006.

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