Inhai Coisa de Viado - Foto: Divulgação
Inhai Coisa de Viado - Foto: Divulgação

Quando estreou em meados de agosto de 2019 em São Paulo, a celebração cênica Inhaí – Coisa de Viado cumpriu discreta temporada no Teatro Pequeno Ato, no Centro da capital paulista e saiu de cena quando estava no ápice da repercussão idealizada pelo Coletivo Inominável quando iniciou o processo de pesquisa do espetáculo.

Contudo, o grupo, safo e hábil na administração da roda viva das redes sociais, soube manter o hype em torno do espetáculo a ponto de contar com massiva campanha para que uma segunda temporada se alinhasse o mais breve possível. Eis que, seis meses após sair de cena, o espetáculo dirigido por Cezar Zabell e estrelado por Fernando Pivotto, Alexia Twistter e Cayke Scalioni enfim retorna aos palcos para duas temporadas relâmpago.

A primeira tem início no dia 17 de março, terça-feira, quando o espetáculo sobe ao palco do Centro Cultural da Diversidade, antigo Teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi. A temporada se estende até o dia 19, quinta-feira, quando o grupo realiza uma sessão especial com audiodescrição.

Nos dias 18 e 19, o Coletivo ministrará uma oficina dentro do Centro Cultural da Diversidade antes de, no dia 20 de março, reestrear no Teatro Alfredo Mesquita, em Santana, para quatro sessões às sextas-feiras até dia 10 de abril.

Tanto as sessões no Centro Cultural da Diversidade quanto no Teatro Alfredo Mesquita acontecem às 21h, com ingressos de R$ 15,00 (meia) a R$ 30,00 (inteira). As inscrições para a oficina dos dias 18 e 19 podem ser realizadas até o da 12 de março pelo e-mail do Centro Cultural da Diversidade (ccdiversidade@gmail.com).

Em Narrativas Viadas, o grupo pretende dividir a experiência de produção do espetáculo. “A gente vai compartilhar alguns procedimentos e metodologias que usamos na construção do espetáculo e que estamos estudando sobre teatro documentário”, conceitua o ator, diretor e um dos fundadores do Coletivo Inominável, Fernando Pivotto. “O público alvo são homens gays acima de 18 anos e a gente vai pesquisar junto com essas pessoas como transformar experiências pessoais ou coletivas em material cênico”, finaliza. A oficina é gratuita.