Fabiana Gugli e Gerald Thomas miram a necropolítica em versão online e revista de solo Terra em Trânsito

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Quando estreou em São Paulo, durante uma ocupação com obras do diretor nova iorquino de criação carioca Gerald Thomas em 2006, o monólogo Terra em Trânsito, estrelado por Fabiana Gugli, tinha como principal foco a política bélica do então presidente dos Estados Unidos George W. Bush em paralelo à evolução desenfreada da globalização por meio da tecnologia.

Quinze anos após aquela primeira temporada, que rendeu bem sucedida turnê por capitais do Brasil e apresentações azeitadas em Nova York, Terra em Trânsito ganha uma nova temporada, desta vez no universo digital.

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Embora já tenha ganhado uma versão online, quando compôs a programação do projeto #EmCasacomoSesc, da rede Sesc São Paulo, ainda em 2020, o espetáculo estreia com uma nova visão de Thomas, que mira agora a necropolítica desenvolvida pelo mandato único do norte americano Donald Trump entre 2016 e 2020, e traça paralelos com a realidade brasileira através da personagem de Gugli, uma solista de ópera que, em seu camarim, se prepara para entrar em cena e cantar Liebestod, de Tristão e Isolda.

A personagem trava um diálogo com um cisne judeu (com a voz de Marcos Azevedo), que alimenta afim de comer um foie gras. A personagem, que antes cheirava cocaína antes de entrar em cena, agora é retratada como uma viciada em remédios controlados receitados por seu psiquiatra.

Terra em Trânsito cumpre curta temporada a partir deste sábado, 10, até o dia 25,com sessões aos sábados e domingos, sempre às 20h. Gratuita, a transmissão acontece através do canal oficial do espetáculo no YouTube. A partir do dia 01 de maio, o espetáculo ficará disponível online até o dia 31.

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