Baseado em obra de Flaubert, Bovary adapta para o teatro história imortalizada em ópera

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Celebrado como título seminal para a adesão à literatura realista do século XIX na França, o romance Madame Bovary, de Gustave Flaubert (1821-1880), foi imortalizado como uma das principais peças da ópera francesa ao estrear em 1951, em adaptação assinada por Emmanuel Bondeville (1898-1987).

Em 2015, a obra ganhou adaptação teatral pelas mãos do dramaturgo português Tiago Rodrigues e, ainda em 2021, a obra deve chegar ao Brasil em montagem capitaneada pela diretora Maíra Lour e elenco formado por Greice Barros, Olga Nenevê, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e o indicado ao Prêmio Shell Ranieri Gonzalez.

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Intitulada Bovary, a obra de Rodrigues, contudo, não é uma simples adaptação da obra do livro. A obra é narrada a partir do julgamento de seu autor, Flaubert, acusado de obscenidade e condenando o livro como um ataque à boa moral cristã. A partir deste episódio, a peça se desenvolve numa reencenação da história do livro e de seu autor.

A estreia está agendada para o segundo semestre de 2021 e deve ganhar os palcos de Belo Horizonte antes de chegar a São Paulo ou ao Rio de Janeiro.

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